Deep Trip 6 – México
O México, mais precisamente a península do Yucátan, para além de ser um dos maiores destinos de férias tropicais, é, hoje em dia, um dos maiores destinos de férias de mergulho. Se calhar reconhecem melhor de que parte estou a falar se evocar os baluartes turísticos da zona: Cancún e Tulum. Os packs de viagem, com voo e estadia incluídos, são a forma mais barata e cómoda de viajar para estes destinos. Tudo bem, se não nos incomodarmos com a falta de contacto com a realidade local, ao estarmos fechados num resort de 5 estrelas, que se assemelha mais à Disneylandia do que ao país onde estamos. Foi o que fiz, por ter pouco tempo, mas não resisti a ir jantar fora sempre que podia, mesmo com regime tudo incluído. É que não há paciência…
A minha maior motivação era tirar o curso de Rescue Diver e de primeiros socorros, para mergulhar mais à vontade e com maior confiança. Estes cursos já que ensinam os o que fazer quando nem tudo corre bem. Mas enganei-me ao pensar que seria um passeio na praia, ou melhor, na água! Foram 5 dias inteiros de estudo teórico e exercícios práticos, no mar e na piscina até à exaustão. Mas faz todo o sentido: não basta saber a teoria de como se deve ajudar um mergulhador inconsciente, é preciso demonstrá-lo na prática e ter força para isso. Passei assim boa parte das minhas férias a rebocar a nado instrutores com mais 30Kg que eu…. Cansativo…
Aqui vai uma dica: não vale a pena fazer este curso num bom sítio para mergulhar. Mais vale fazer por cá, ou passamos o tempo a ver tartarugas pelo canto do olho ao mesmo tempo que procuramos cintos de pesos no fundo do mar, a simular busca dentro de água! Um desperdício!
No pouco tempo que me restou, fiz os melhores mergulhos da zona, e ignorei completamente os programas fora de água. Exagerei, claro… mas valeu a pena!
Um dos motivos pelo qual o Yucatan é conhecido é como destino de mergulho é as Cenotes, cavernas infindáveis onde passam rios subterrâneos de água doce, consideradas das maiores do mundo. Algo bastante diferente dos mergulhos no mar e com algumas precauções extras. O instrutor leva 2 tanques de ar, o controlo de ar é feito muito mais assiduamente, temos de seguir os caminhos marcados por cordas, temos de levar lanterna pois boa parte do percurso é no escuro…. E a maior beleza é quando apanhamos uma entrada de luz que provocam efeitos turquesas magníficos na água! A fazer, mas não para claustrofóbicos. E outra dica: vistam o fato mal possam, a entrada das cenotes são buracos no meio da selva mexicana, guardados por nuvens de mosquitos impiedosos!
E, para mim, o melhor, Cozumel! Apanha-se um ferry em Playa del Cármen, uma simpática cidade, apesar dos franchises americanos, já com bastante movida, e vamos parar a uma ilha situada bem no recife do golfo do México, a 2ª maior barreira de recife do mundo Aliás, Cozumel vive do turista mergulhador e as hipóteses são mais que muitas em preço e qualidade para todos os gostos! E percebe-se bem porquê: o mar tem uma visibilidade acima dos 30m, corais de cores fabulosas, peixes tropicais das mais variadas dimensões e uns mergulhos drifts (a favor da corrente), em paredes de corais muito, muito bons! Caímos na água num sítio e vão-nos buscar a mais de 1 Km de distância. E nas calmas, basta cruzar os braços e deixar-nos levar. E há sempre uma tartaruga ou um tubarão para ver, para os sedentos de coleccionar animais maiores!
Fiquei com bastante vontade de voltar ao México, tanto para explorar melhor Cozumel como para ver alguma coisa cá fora. Mas confesso que a industrialização do turismo assustou-me um pouco. Mas nada que não passe com uma boa Corona e há sempre a possibilidade de enveredar pelo turismo alternativo (que incrivelmente fica mais caro devido aos preços dos voos regulares vs as pechinchas dos charters).
Para locais mais remotos e menos explorados o melhor é ir um pouco mais longe, com mais tempo e esquecer as viagens organizadas. Foi o que fiz na viagem seguinte: Vietname… mas isso fica para o próximo mergulho!
A minha maior motivação era tirar o curso de Rescue Diver e de primeiros socorros, para mergulhar mais à vontade e com maior confiança. Estes cursos já que ensinam os o que fazer quando nem tudo corre bem. Mas enganei-me ao pensar que seria um passeio na praia, ou melhor, na água! Foram 5 dias inteiros de estudo teórico e exercícios práticos, no mar e na piscina até à exaustão. Mas faz todo o sentido: não basta saber a teoria de como se deve ajudar um mergulhador inconsciente, é preciso demonstrá-lo na prática e ter força para isso. Passei assim boa parte das minhas férias a rebocar a nado instrutores com mais 30Kg que eu…. Cansativo…
Aqui vai uma dica: não vale a pena fazer este curso num bom sítio para mergulhar. Mais vale fazer por cá, ou passamos o tempo a ver tartarugas pelo canto do olho ao mesmo tempo que procuramos cintos de pesos no fundo do mar, a simular busca dentro de água! Um desperdício!
No pouco tempo que me restou, fiz os melhores mergulhos da zona, e ignorei completamente os programas fora de água. Exagerei, claro… mas valeu a pena!
Um dos motivos pelo qual o Yucatan é conhecido é como destino de mergulho é as Cenotes, cavernas infindáveis onde passam rios subterrâneos de água doce, consideradas das maiores do mundo. Algo bastante diferente dos mergulhos no mar e com algumas precauções extras. O instrutor leva 2 tanques de ar, o controlo de ar é feito muito mais assiduamente, temos de seguir os caminhos marcados por cordas, temos de levar lanterna pois boa parte do percurso é no escuro…. E a maior beleza é quando apanhamos uma entrada de luz que provocam efeitos turquesas magníficos na água! A fazer, mas não para claustrofóbicos. E outra dica: vistam o fato mal possam, a entrada das cenotes são buracos no meio da selva mexicana, guardados por nuvens de mosquitos impiedosos!
E, para mim, o melhor, Cozumel! Apanha-se um ferry em Playa del Cármen, uma simpática cidade, apesar dos franchises americanos, já com bastante movida, e vamos parar a uma ilha situada bem no recife do golfo do México, a 2ª maior barreira de recife do mundo Aliás, Cozumel vive do turista mergulhador e as hipóteses são mais que muitas em preço e qualidade para todos os gostos! E percebe-se bem porquê: o mar tem uma visibilidade acima dos 30m, corais de cores fabulosas, peixes tropicais das mais variadas dimensões e uns mergulhos drifts (a favor da corrente), em paredes de corais muito, muito bons! Caímos na água num sítio e vão-nos buscar a mais de 1 Km de distância. E nas calmas, basta cruzar os braços e deixar-nos levar. E há sempre uma tartaruga ou um tubarão para ver, para os sedentos de coleccionar animais maiores!
Fiquei com bastante vontade de voltar ao México, tanto para explorar melhor Cozumel como para ver alguma coisa cá fora. Mas confesso que a industrialização do turismo assustou-me um pouco. Mas nada que não passe com uma boa Corona e há sempre a possibilidade de enveredar pelo turismo alternativo (que incrivelmente fica mais caro devido aos preços dos voos regulares vs as pechinchas dos charters).
Para locais mais remotos e menos explorados o melhor é ir um pouco mais longe, com mais tempo e esquecer as viagens organizadas. Foi o que fiz na viagem seguinte: Vietname… mas isso fica para o próximo mergulho!

